ViJazz & Blues Festival 2025 acontece neste fim de semana

Com shows de artistas nacionais e internacionais, evento movimenta a economia local e gera cerca de 400 empregos

ViJazz & Blues Festival 2025 acontece neste fim de semana
Divulgação/Carolyn Y. Grady

Nos dias 30 e 31 de agosto, sábado e domingo, acontece mais um tradicional ViJazz & Blues Festival no Recanto das Cigarras, na Universidade Federal de Viçosa (UFV). Ingressos podem ser adquiridos no site www.vijazz.com. br.

Realizado desde 2007, o evento chega à sua 15ª edição com shows de artistas de renome nacional e internacional, entre eles, a filha de Raul Seixas, Vivi Seixas, e Claudette King, sucessora e filha de BB King, um dos maiores nomes da história do blues.

A programação ainda mistura apresentações de Bobby Vega, baixista renomado no mundo do blues, de artistas locais, como Mateus Mulatto, e do projeto “Música na Árvore Solar”, dedicado à valorização da arte produzida por pessoas com deficiência.

A iniciativa trará atrações como o Coral de Cegos União Santa Tereza, interpretando clássicos do Clube da Esquina, o violeiro Danilo Bayão, que aborda temas da viola caipira, e a banda instrumental No Stress, com a participação do tecladista Kiko Oliveira - músico cadeirante com trajetória reconhecida na cena cultural. 

No sábado, 30, apresentam-se também DJ Fé Lins, Jonny Alves, David Tanganelli, junto com os já mencionados Coral Santa Tereza, No Stress e Claudette King & Bruno Marques Band.

Enquanto no domingo, 31, a programação prevê shows do Arteria Trio, Danilo Bayão, Mateus Mulatto, Bobby Vega & Prado Brothers Band com participação de Gabi Ferreira e Blues do Raul & Vivi Seixas. Em ambos os dias, as apresentações começam a partir das 13 horas.

VIJAZZ

Idealizado por Sérgio Lopes, atual vice- -prefeito de Viçosa, o ViJazz & Blues Festival é realizado pela Vi Produções, com produção de LBS, Luizinho Souza, Toca do Zé, José Ricardo Vitória, NTK e Kamila Tavares. O evento é viabilizado por meio de leis de incentivo à cultura, como a Lei Rouanet e o ICMS Cultural de Minas Gerais. De acordo com os organizadores, o festival movimenta a economia local, gera cerca de 400 empregos diretos e indiretos e apresenta artistas de estilos musicais inéditos na região.