Polícia Civil resgata bebê e prende dois homens em operação na zona rural de Viçosa

Ação da PCMG em Novo Paraíso resgata bebê de 6 meses levado pelo pai

Polícia Civil resgata bebê e prende dois homens em operação na zona rural de Viçosa
Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) realizou, nesta quarta-feira, 11, uma operação de resgate de um bebê de 6 meses na localidade de Novo Paraíso, zona rural de Viçosa. A criança, que estava sob a guarda legal da mãe, teria sido levada ao local pelo pai sem autorização.

Durante a ação, deflagrada pela Delegacia Regional em Viçosa, dois homens foram presos em cumprimento de mandados judiciais e também por crimes em flagrante.

A equipe, composta por 17 policiais civis, deslocou-se até o imóvel onde a criança era mantida. Ao notarem a presença da PCMG, os suspeitos, o pai da criança, de 30 anos, e o irmão dele, de 27, tentaram fugir por uma área de mata aos fundos da propriedade. No entanto, os policiais alcançaram os irmãos, momento em que o pai da criança tentou se desfazer de um revólver calibre .32.

O homem de 30 anos já era alvo de investigação da Polícia Civil por envolvimento no tráfico de drogas na região. Já o segundo suspeito estava na condição de foragido da Justiça, com condenação superior a 20 anos pelo crime de homicídio. No imóvel alvo das buscas, além da arma de fogo, a PCMG apreendeu porções de maconha, celulares e cadernos com anotações relacionadas à comercialização de substâncias ilícitas.

Após o resgate, o bebê, sem ferimentos, foi entregue à responsável legal após os trâmites assistenciais e jurídicos necessários.

O delegado responsável pela operação, Renato Zanco, ressaltou que “a agilidade da equipe foi fundamental não apenas para o cumprimento das ordens judiciais de prisão, mas, principalmente, para garantir a integridade física da criança, que se encontrava em ambiente de risco”.

Os investigados foram conduzidos à unidade policial para a formalização dos procedimentos de polícia judiciária e, posteriormente, encaminhados ao sistema prisional. Os suspeitos permanecem à disposição da Justiça, e as investigações prosseguem.