Doutoranda da UFV é destaque em lista da Forbes

Estudante integra categoria que homenageia Mulheres da Geração Z que estão transformando o agronegócio

Doutoranda da UFV é destaque em lista da Forbes
Reprodução/LinkedIn

A doutoranda Nathália Campos Vilela Resende, do Programa de Pós-Graduação em Genética e Melhoramento da Universidade Federal de Viçosa (UFV), foi reconhecida pela revista Forbes na lista “Mulheres da Geração Z que Estão Mudando o Agro”, publicada em 15 de outubro, em celebração ao Dia Internacional da Mulher Rural.

Surpresa com o reconhecimento, Nathália destacou a importância da visibilidade conquistada pelo setor. “É muito gratificante ver o agro ganhando esse tipo de visibilidade e, mais ainda, ver jovens e mulheres sendo reconhecidas neste espaço. É um lembrete de que estamos abrindo caminhos e inspirando outras pessoas a acreditarem no seu lugar dentro do setor”, afirmou.

Mestre em Genética e Melhoramento pela UFV, ela também é pesquisadora visitante na Iowa State University (EUA). No mercado de trabalho, atua como melhorista associada na empresa BASF, em Sinop (MT), onde integra a equipe de desenvolvimento genético da soja. Entre suas atribuições estão a seleção de materiais, testes de campo e a aplicação de novas tecnologias, como o controle de nematoides via soja NRS.

A doutoranda ressalta a relevância da formação acadêmica em sua trajetória. Segundo ela, o mestrado e o doutorado na UFV, especialmente a atuação no Programa de Pós-Graduação em Genética e Melhoramento, no Programa Milho e sob orientação do professor Rodrigo Oliveira de Lima, foram determinantes para sua visão crítica e integrada do agronegócio. “Essa vivência me ajuda todos os dias a conectar a academia ao que acontece na prática, nas fazendas e nas empresas”, disse.

A lista da Forbes destaca Nathália e outras 17 jovens como símbolos de representatividade feminina no agronegócio, setor em que a presença das mulheres ainda é minoritária. Para a pesquisadora, o reconhecimento reforça uma mensagem importante: “A paixão pelo agro não tem gênero. Cada conquista é um passo importante para que mais meninas se vejam nesse espaço e sintam que também podem chegar lá.”

A matéria completa está disponível no site da Forbes.

Fonte: UFV