UFV apresenta proposta de novos cursos ao MEC
Tratativas irão continuar em 2026
Nesta terça-feira, 28, o reitor da Universidade Federal de Viçosa (UFV), Demetrius David da Silva, se reuniu com a coordenadora-geral de Relações Estudantis da Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação (MEC), Lúcia Pellanda. Eles discutiram a demanda de recursos humanos e orçamentários para a abertura dos novos cursos criados pela UFV: Ciência de Dados, Engenharia de Robôs e Psicologia, no campus Viçosa; Engenharia Ambiental e Sanitária e Matemática Aplicada e Computacional, no campus Florestal; e Ciência de Dados e Inteligência Artificial e Medicina, no campus Rio Paranaíba.
Segundo o reitor, a coordenadora-geral se comprometeu a apresentar, no início de dezembro, uma proposta de pactuação, especialmente sobre a liberação de vagas docentes. No caso das vagas de técnicos e do orçamento necessário para os investimentos, Demetrius informou que não há previsão de liberação em 2025 e que essas negociações deverão seguir em 2026.
Reunião no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
Também na terça-feira, acompanhando o reitor da UFV, a diretora-executiva do tecnoPARQ, Adriana Ferreira de Faria, e o prefeito de Viçosa, Ângelo Chequer (União), apresentaram à ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, dois projetos considerados estratégicos para o desenvolvimento regional: o plano urbanístico do tecnoPARQ e a criação do Centro Tecnológico de Biossegurança e Quarentena Vegetal (CTBQV).
Fruto da articulação entre a UFV e o poder público, os projetos visam ampliar a infraestrutura de inovação, atrair empresas de base tecnológica, gerar empregos qualificados e melhorar a qualidade de vida. O plano urbanístico prevê transformar 214 hectares em um Distrito de Inovação, com novas vias, redes de serviços, áreas de lazer, integração comunitária e espaços modernos para pesquisa e empreendedorismo.
Já o CTBQV, planejado para funcionar dentro do tecnoPARQ, será referência internacional em sanidade vegetal, contribuindo para reduzir prejuízos causados por pragas e atender às demandas crescentes dos setores agrícola e biotecnológico. A ministra reconheceu a relevância das propostas e se colocou à disposição para estudar formas de apoio. As equipes agora trabalham nos ajustes técnicos necessários para viabilizar as próximas etapas dos projetos.



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